5 filmes de autoaceitação

Foto: Pinterest (reprodução)

Publicado em 24 de setembro de 2018

Aparência é um assunto muito delicado, tem dias em que estamos maravilhosas e em outros não queremos nem passar perto do espelho. Pensando em dias como esses, preparamos uma lista com filmes que além de levantar o seu astral vão te fazer refletir muito sobre autoaceitação e amor próprio.

Os Intocáveis

Foto: Google (reprodução)

É um filme de 2012 de comédia dramática, que conta a história de um aristocrata rico que após sofrer um acidente e ficar tetraplégico contrata o jovem Driss para ser seu cuidador, porém este não possui experiência na área e acaba conquistando à todos com seu carisma e olhar de mundo, posteriormente aprendendo a sua função. O filme tem um olhar humanista e sensível do mundo de um homem que perde todos os seus movimentos após um acidente, buscando a auto aceitação e felicidade estando nos limites das suas condições. Além de ter um gancho para o tema relacionado à preconceitos, tanto pela falta de acessibilidade que o personagem principal sofre quando vai aos lugares e é taxado como incapaz, quanto pelo personagem Driss ser um homem negro vindo de bairro pobre. A trama é uma ótima indicação para quem procura um filme baseado em fatos e reflexivos.

Sierra Burgess Is a Loser

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Além de ser um filme muito amorzinho, conta com um elenco maravilhoso composto por Shannon Purser que já interpretou a saudosa Bárbara em "Stranger Things" e o mais novo mocinho dos cinemas, Noah Centineo, que sempre está nas produções da Netflix como em "Para Todos os Garotos que Já Amei".

É um típico filme de comédia romântica teen com a garota popular e a “esquisita”. Mas o legal da história é que não fica apenas nisso. O enredo se passa ao redor de Sierra, uma garota muito doce e inteligente que participa da banda da escola, mas que não faz muito o padrão por usar óculos, ser gorda e nada popular. O filme consegue transmitir o drama que uma garota com problemas de autoestima sofre. Sua maior insegurança era que não fosse aceita por sua aparência e passou a se esconder, esquecendo que o interior também tem muita beleza. O longa busca justamente mostrar o quanto não conseguimos enxergar a nossa beleza, tanto por fora quanto por dentro e o quanto isso pode afetar nosso comportamento. Pode ser visto também na produção que até mesmos os “reis e rainhas do baile” também sofrem com esse problemas.

É uma história muito bonita com plot twists, mas que no final nos dão uma lição incrível e uma canção emocionante que me fez chorar muito enquanto assistia, haha.

Soul Surfer – Coragem de viver

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A jovem Bethany Hamilton tem um talento natural para o surf e transforma sua vida após perder um braço devido a um ataque de tubarão. Encorajada pelo amor de seus pais e se recusando a desistir, Bethany volta ao mundo das competições quando se recupera do acidente, mas dúvidas sobre seu futuro a perturbam. O filme também baseado em fatos, traz muitos eixos temáticos, entre eles a crise de identidade de uma jovem promissora no esporte que após uma tragédia fica com muitos traumas. Indicado para refletir e se inspirar nessa história linda em que a jovem não desistiu da carreira e de fazer o que mais gostava.

O Diabo Veste Prada

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Esse clássico da Sessão da tarde foi lançado em 2006 e até hoje é um grande sucesso. Andy, interpretada por Anne Hathaway, é uma jovem jornalista que conseguiu o emprego que muitas meninas fariam de tudo para ter. Ela se torna assistente pessoal júnior da editora-chefe da revista Runway, mais conhecida como Miranda, vivida pelas atriz Meryl Streep. Mas a mulher não é nada fácil de lidar. Mesmo assim, Andy decide ficar no trabalho e aguentar a chefe autoritária e arrogante sonhando em conseguir uma vaga de repórter na tão conceituada revista.  A moça não liga muito para moda e não costuma reparar muito no que vai vestir, mas por trabalhar em uma revista de moda se tornou alvo de piadas. E aí o filme dá uma reviravolta, com a ajuda do diretor de arte, Nigel, Andy começou a melhorar seu estilo e seu comportamento .

O filme não trata apenas da beleza física, mas também de algo mais interno. Toda vez que Andy não conseguia atender Mirada da forma que era "ordenado", sempre recebia comentários infelizes sobre o próprio desempenho. Ser julgada pelas outras colegas no ambiente de trabalho também afeta a sua autoestima, e isso também atingia outra áreas de suas vida e na forma como se relacionava com as pessoas.

No final Andy se tornou uma grande profissional de acordo com os padrões de Miranda, mas a protagonista vendo no que havia se tornado, resolveu escolher o que faria melhor para a sua vida.

Hairspray

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Um filme musical que se passa no ano de 1962, na cidade de Baltimore, em que o sonho dos jovens na época era aparecer no "The Corny Collins Show", um famoso programa de dança da TV. E é quando a jovem, muito alegre e divertida Tracy Turnblad (uma garota fora dos padrões de beleza da época) que adora dançar e cantar, ganha uma vaga no programa. O seu sucesso acaba ameaçando a hegemonia de Amber Von Tussle, e a disputa entre elas torna-se mais acirrada quando as duas jovens se interessam pelo mesmo rapaz, Link Larkin. Ao mesmo tempo em que Tracy e Amber disputam o título de Miss Hairspray, o contexto histórico-espacial toma parte do protagonismo no filme, na medida em que é promovida a integração racial por oposição à separação que se verificava até à época. O filme tem como um dos temas, a autoaceitação, pois a personagem principal é gordinha, e segundo os organizadores do programa, ela não se encaixa no padrão do programa de TV. Mas Tracy não se importa com as críticas e superar o bullying sofrido, ajudando também a sua mãe, que não sai de casa desde o final dos anos 50, pois não iria suportar as críticas ao seu modelo corporal. Durante o filme, é retratado temas fortes da época como a segregação racial, que era a separação entre brancos e negros. Ao final, o enfoque do filme é aceitar-se do jeito que você é, independente de cor e raça.

Aproveite o fim de semana e faça logo essa maratona!

Karina Pacheco

22 anos, acadêmica de jornalismo da Universidade Federal do Amapá - UNIFAP,  admiradora de podcast e mundo pop.

Anita Flexa

20 anos, acadêmica de jornalismo da Universidade Federal do Amapá - UNIFAP, amante da cultura pop e do mundo geek.

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